Doida, eu?!




A parada do e-mail


Por muito tempo tive a fantasia de que eu tinha que ser muito perfeita. Ultimamente tenho me questionado muito sobre o que é ser normal. Este blog me ajuda a observar que todo mundo é um pouco maluco. Quer dizer, tem gente que é totalmente maluca, mas isso é outra história. O importante mesmo é que estou começando a aceitar que não faz mal eu ser um pouco doida e incoerente de vez em quando. Afinal, ser muito normal é que é maluquice!

Leio sempre:
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Anas da Lapa
Blog da Simone
Um ringue para dois
Preto, pobre e suburbano
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Culto ao cogumelo
Velho Deitado
Blé
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Zé Dend'água
Elaine
Mermão...
Igual ao contrário









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Segunda-feira, Maio 01, 2006

Ponto Final

Tem um bom tempo que não sinto vontade de escrever aqui no blog. Demorou um pouco pra eu entender o porquê, mas finalmente descobri: eu não estou mais em dúvida sobre a minha sanidade. Vários fatos me levaram a deduzir que sou absolutamente normal. Ou seja, tenho um nível normal de insanidade.
Eu poderia fazer uma lista grande aqui, e relembrar alguns causos que me ajudaram nesta brilhante conclusão, mas agora certas coisas já não fazem mais sentido.
O importante é que ando bem mais leve e feliz, apesar dos pequenos e grandes problemas, e não tenho tido vontade de compartilhar minha vida desta maneira.
Pode ser que eu resolva criar outro blog, com outro tema, porque acho que ¿Doida, eu?!¿ não me pertence mais. Como não gosto de despedidas, vou terminar com uma música:

Ei dor...eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
Ei medo...eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou

O sol (Jota Quest)

Postado por , em 22:54

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Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006

Alguém pode me explicar a situação ridícula de eu ter 5 pés de meia solitários?
Não sei o que acontece... sempre some um pé só, nunca o par. Já repararam nisso?
Eu moro sozinha e não tenho empregada, então não posso culpar ninguém pelo sumiço. E eu não jogo as pobrezinhas no lixo. Juro!
Só posso concluir que elas vão pro ¿Mundo Perdido das Meias¿, que fica do lado do ¿Mundo Perdido dos Guarda-Chuvas¿.

Postado por , em 01:42

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Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006

Amiga desesperada no MSN: - Tô desesperada!
Eu: - Que que houve?
- Dei uma bobeada ontem na hora do bem-bom...
- Ai, Jesus! Se eu vou ser titia me fala logo!
- Tomei a pílula do dia seguinte hoje, mas tô com uma dor de estômago. Não sei se é stress, se é a pílula, ou se é a kafta que eu comi no almoço.
- hahahahahaha
- Eu aqui em pânico e você ri!
- Desculpa. É que eu me empolguei com a possibilidade...

Tenho achado tão lindo isso das outras pessoas terem filhos...

Postado por , em 00:06

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Terça-feira, Janeiro 31, 2006

Que meu sobrinho é muito inteligente e vai pra NASA, todo mundo já sabe. Mas ele vai se atrasar um pouquinho, porque vai ter que dar uma passadinha no hospital primeiro. Só pra levar uns pontinhos na cabeça. Nada demais... ele só tentou derrubar o prédio batendo com a cabeça na quina da coluna...

Postado por , em 23:58

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Minha cama ta linda!

Calor de 40 graus no Rio, e eu cismei que tinha que comprar um edredon. Que que tem? Cismei mesmo. E quando eu cismo, eu cismo. Pesquisei à beça a semana inteira. Só faltou ir na M. Martin. Quer dizer, faltou ir na Trussardi também, mas as coisas lá são tão básicas...
Aí na 6ª feira eu estava em Ipanema mesmo, resolvi parar no Rio Sul, que era no caminho de casa, pra visitar a última loja antes de comprar. Quando eu entrei no ônibus, começou a chover. Mas era uma chuvinha à toa. Imagina se eu ia mudar de idéia. Quando eu cheguei em Copacabana, a chuva aumentou um pouquinho, sabe. Na verdade, tava chovendo canivete, só que eu não ia conseguir dormir se eu não comprasse o meu edredon. Achei melhor não desistir.
Entrei, comprei na M Martin, com preço de Casa & Vídeo. Saí feliz, me achando a esperta. Até porque a chuva tinha diminuído bastante. Entrei no ônibus com aquele pacotão enorme pra economizar o do táxi. Eram 21h. Trânsito ótimo!
Até as 21:17h. Lembro bem dessa hora, porque eu olhei pro relógio assim que o ônibus parou, na altura da Glória. E ficou ali parado. Pra não dizer que ficou totalmente parado, deve ter andado uns 200m em uma hora e meia. Isso quer dizer que às 22:45h, eu ainda não tinha chegado no Passeio.
É claro que durante todo esse tempo, eu pensei em descer e ir andando. Nem era tão longe. Mas é que tava chovendo, e eu tava com aquele pacotão pesado. Imagina se eu ia deixar molhar meu edredon lindo e fofo. Até porque se molhasse, ia ficar ainda mais pesado. Quando a chuva parou, eu finalmente tomei coragem, e desci. Ainda bem, senão eu ia estar dentro daquele ônibus até agora! A rua Mem de Sá estava totalmente alagada. Só dava pra passar de helicóptero. Desviei de uns montes de lixo na rua do Lavradio, e fui andando pela Riachuelo, que estava seca, graças à Deus.
Cada vez que passava um carro com pessoas felizes achando que iam a algum lugar eu ficava na dúvida se gritava: ¿Volta, volta!¿, ou se morria de rir porque eles iam descobrir em poucos segundos que ninguém passava pela Lapa, nem pra ir, nem pra voltar.
Mas esse post não era sobre a chuva. Era sobre o Edredon.
E o que eu vou fazer com ele nesse calorão? Bem, ele vai ficar enfeitando minha cama até eu cansar. Depois eu guardo, até o ¿inverno¿ chegar.
Ou então levo ele pra passear num motel com ar-condicionado, como sugeriu o namorado. Bem, ele tava me zoando quando disse isso, mas até que eu achei boa idéia.

Postado por , em 23:54

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Terça-feira, Janeiro 24, 2006

Se ela vai embora e eu fico
Choro, e choro, e choro

Pica Pau

Fazer o que, né?! Nossos amigos crescem, ficam independentes, passam nos concursos, e vão morar bem longe. E aí, como a gente faz na sexta-feira, que é dia de ir pra Lapa? Eu sei, eu sei... ainda tenho outros amigos aqui, e alguns deles continuam adorando a Lapa. Só que vai ficar faltando ela, sempre.
Humpf.
Agora vou ter que me conformar, buscando consolo na máxima do 'Sábio de Bangu': A gente cria os amigos para o mundo.

Postado por , em 00:33

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Segunda-feira, Janeiro 02, 2006

Momento cara-de-pau

Eu podia estar roubando. Eu podia estar matando. Mas eu estou aqui, humildemente, estendendo minha mão à sua caridade, querido leitor. Por favor, não saia correndo agora. Pelo menos leia até o fim, que não vai doer nada, eu juro.
Então, eu tenho um sonho (na verdade eram 2, mas comi o outro hoje de manhã) que é o sonho de toda diva: eu quero ter uma banheira de hidromassagem. Imagina que luxo, chegar cansada do trabalho, e tomar um banho gostoso com meus sais de banho! Eu mereço, vocês não acham? E vocês podem me dar esse presente. Não custa caro não. Eu fiz as contas, vejam só:

considerando que a banheira custe uns R$ 1500,00 (é o único modelo que cabe no meu futuro banheiro minúsculo), que a construtora vai me cobrar uns R$ 2000,00 pra executar o projeto diferente do padrão, que o prédio vai levar 3 anos pra ficar pronto, e que eu tenho uns 20 leitores assíduos, cheguei à irrisória quantia de R$ 5,00 / leitor / mês durante os 3 anos.

Olha que fácil!!! O que você faz com R$ 5,00??? Da próxima vez que tirar uma nota dessa da carteira, lembre-se de mim, uma diva sem banheira, e faça sua contribuição. Prometo que quem financiar meu luxo, vai ter direito a um banho na inauguração do apê!

Postado por , em 18:38

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Sábado, Dezembro 31, 2005

Feliz Ano Novo, essas coisas...

2005 já vai tarde. Anozinho esquisito esse. Ainda bem que não foi bissexto, senão só acabava amanhã.
Já começou mal: em janeiro eu quase pirei com a possibilidade de ter que fazer uma cirurgia punk. Na verdade, eu quase pirei durante o ano todo por vários motivos. E, a partir de agosto, foi porrada atrás de porrada. Achei até que tava rolando uma certa implicância divina com a minha pessoa. Mas acho que era só uma chacoalhada, pra eu não ficar achando que a vida é muito fácil.
Agora que a ira divina se desviou de mim (se eu continuar escrevendo essas coisas, vai cair um raio na minha cabeça), eu posso dizer que tenho muita esperança de que 2006 vai ser muuuuuuito bom. Quer dizer, eu queria mesmo era poder pular direto pra novembro de 2008, mas como sei que não vai dar, vou fazer aqui minha listinha de promessas pra 2006 mesmo:

- Não vou gastar nada além do previsto, e guardar muito dinheiro (ahã...)
- Vou rir mais, de mim mesma e dos outros
- Vou arrumar uns trabalhinhos extras pra colaborar com o 1º item da lista (então, se alguém, precisar de uma arquiteta...)
- Vou voltar pra minha aula de acrobacia

Tá de bom tamanho, né?
Espero que as listas de todos vocês sejam tão viáveis quanto a minha, porque não dá pra ser feliz desejando conseguir coisas impossíveis.
Agora deixa eu ir, porque tenho que passar a roupa branca que vou usar daqui a pouco. Feliz 2006!!!

Postado por , em 16:38

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Terça-feira, Dezembro 27, 2005

23 de dezembro... eu podia ter ido comprar presentes no Shopping, como toda pessoa normal. Mas não... eu cismei que tinha que ir ao cinema com ele. Pior, cismei que tinha que ver ¿Marcas da violência¿.
Por absoluta preguiça, entrei no Cineclick, em vez de descer pra comprar o jornal. Tava lá: Art West Shopping, 17:10h... era o único lugar que tava passando.... hmmmm... 45km do Centro a Campo Grande... 1:40h dentro do ônibus... um calor dos infernos, eu podia ir pra praia... essa era a hora de eu desistir, certo? Mas eu sou brasileira, e não desisto nunca. Além do mais, a companhia era ótima! E ele mora lá perto... então formou...
Só faltou a gente combinar com o filme, pra ele ir também. É, porque ele simplesmente não foi. Fiquei em estado de choque por um tempo, pensando num plano B... mas descobri que em Campo Grande não existe plano B possível...
Plano C: voltar para o Centro, e alugar um DVD pra assistir em casa. 45km depois, alugamos o filme, e compramos uma pizza. Parecia que nossa saga estava chegando ao fim. Mas não, leitores, o Espírito Zombeteiro do Natal Presente ainda nos guardava uma surpresa... estávamos lá no elevador, jurando um pro outro que dessa vez íamos assistir o DVD em vez de fazer saliência, como sempre, quando acabou a luz... e quando acaba a luz, o elevador pára, e fica escuro, e você não pode sair de lá. Eu sei disso. Todo mundo sabe disso. Então não precisava o porteiro gritar lá de baixo ¿Acabou a luz, tem que esperar voltar!¿. Jura???
Eu sei o que vocês estão pensando agora... escurinho... só nós dois lá dentro... sim, nós também pensamos nisso. Mas eu fiquei meio nervosa, que eu tenho uma certa claustrofobia sabe... e aí não deu pra desenvolver a coisa direito... até porque não tínhamos acessórios fundamentais para a continuidade da parada...
Então lembramos da pizza, e resolvemos comê-la antes que esfriasse. Como tava escuro e não tinha ninguém pra me ver perder a classe, sentei no chão, e comi com a mão mesmo. E bebi guaraná no gargalo. Tava boa a pizza. Mas resolvemos guardar um pedaço, porque não sabíamos quantos dias íamos ficar presos ali, então ela poderia salvar nossas vidas um dia.
Mas nem precisou não, porque o porteiro lembrou que ele podia abrir a porta e nos tirar de lá, mesmo sem a luz voltar. Agora me diz se ele não podia ter lembrado disso antes...
Como a luz demorou a voltar, e eu tinha um compromisso, acabamos não vendo o filme, aumentando nossa lista de filmes não-vistos. Acho que Deus não quer que a gente veja filmes juntos. Da próxima vez, é melhor obedecer...

Postado por , em 12:52

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Coitadinha da Zélia Duncan... não fez o menor sucesso nos comentários.

Postado por , em 12:52

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Segunda-feira, Dezembro 12, 2005

Calma, é só uma música

Mãos Atadas
(Zélia Duncan)

Tenho as mãos atadas ao redor do meu pescoço
Eu queria mesmo era tocar seu corpo
Reprimo meus momentos
Jogo fora os sentimentos e depois?
Depois toco meu corpo eu tenho frio
Sou um louco amargurado e até vazio
E me chamam atenção
Mas eu sou louco é de paixão e você?
Você que me retire desse poço
Eu sei ainda sou moço pra viver
E te ver assim tão crua
A verdade é toda nua
E ninguém vê

Eu tenho as mãos atadas sem ação
E um coração maior que eu para doar
Reprimo meus momentos
Jogo fora os sentimentos sem querer
Eu quero é me livrar
Voar
Sumir
Perder não sei, não sei, não sei querer mais
A qualquer hora é sempre agora chora
Quero cantar você
Vou fazer uma canção liberte o meu pensar
Aperte os cintos pra pousar
Agora é hora de dizer muito prazer sorte ou
azar e amar
Simplesmente amar você

Postado por , em 12:03

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Quarta-feira, Dezembro 07, 2005

Doida x Panetone

Então... ele não teve a menor chance...

Postado por , em 00:43

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'O' show

Eu não ia, sabe... ingresso caríssimo* e além do mais tinha o aniversário de uma amiga querida. Tudo contra. Mas um amigo me ligou no domingo de manhã, com uma proposta indecente: comprar o ingresso que ele tinha sobrando pela metade do preço. Aí eu fui. Uma coisa de Deus assim não se recusa.
Fui toda serelepe pra Apoteose, afinal fazia tempo que eu não ia num show bom, e de rock**, ainda por cima. Mas quando eu vi que não tinha nem 1cm de fila, fiquei meio desconfiada. Nunca vi isso, entrar num show sem empurra-empurra, sem confusão, eu hein... será que as coisas mudaram tanto assim que não tem nem mais fila pra entrar em show? Tá certo que ainda faltavam 2h pra começar o show de abertura, mas no meu tempo*** a confusão começava muuuuuuito antes. Fiquei com aquela sensação estranha, de que estava entrando num universo paralelo.
Ficamos lá sentadinhos no chão, eu e meus 2 amigos, até que outro acontecimento surreal me fez ficar ainda mais desconfiada: o show do Mudhoney começou exatamente às 19:30h, como estava no ingresso!!! Vocês já viram isso? Show que começa na hora?
Mais impressionante ainda foi que logo que começou o show eu encontrei com 2 amigas da faculdade. Sabe aquela pessoa que seria a última que você ia encontrar num lugar desses? Que não vai nem pra boite, imagina show do Pearl Jam?! Então, eram elas.
E pra completar, o show foi bom. Eu que nunca tinha ouvido nenhuma música deles, adorei.
Tava tudo estranho demais, fiquei esperando a hora em alguém ia subir no palco pra dizer que não ia ter o show. Só isso explicaria tantos fatos absurdos. Mas, depois de 15 minutos de suspense, eles entraram. E vou dizer uma coisa: foi bom, muito bom! Foda mesmo!
O Eddie Vedder é um fofo! Com um português muito tosco, que só piorou depois das não sei quantas garrafas de vinho que ele tomou, e usando todos os seus conhecimentos de marketing, ele babou o ovo da platéia o tempo todo. Rolou um corinho de ¿Hey Ho Rio¿ depois da homenagem aos Ramones. Rolou uma musiquinha que ele inventou na hora dizendo que sempre quis vir pro Rio. Ele até se enrolou na bandeira do Brasil (quer dizer, era uma canga, mas quem se importa?), e depois dobrou e disse, todo emocionado (todo bêbado fica emocionado!) que ia guardar na casa dele a bandeira. Que meigo.
Quanto às músicas, eu só conhecia mesmo as mais antigas, mas isso não foi problema. Me arrepiei com uns solos de guitarra. Pulei muuuuuuuito****. Quase chorei quando vi as arquibancadas iluminadas por celulares azuizinhos*****. Mas enlouqueci mesmo foi quando eles finalmente tocaram minha música preferida no 1: Last Kiss. Tive que rir com o comentário do meu amigo: ¿essa baladinha é boa pra namorar¿! Como assim? A mulher tá morrendo, e ele quer namorar??? Lembrei logo daquele anúncio de um curso de inglês... qual era mesmo? Quem souber, me fala, que eu indico pra ele.
Só fiquei meio chateada porque eles não tocaram minha música preferida no 2: Soldier of love. Mas eu perdôo.
Pra acabar com a sensação de estranheza, na saída tivemos que passar por um curral. Imagina 40 mil pessoas cansadas, loucas pra ir pra casa, saindo pelo mesmo lugar?! É, porque só tinha 1 saída! Bem que meu pai diz que Deus protege os inocentes, os loucos e os bêbados. Como metade era bêbado, e a outra metade louco, não aconteceu nenhuma tragédia. Só inocente é que não tinha nenhum.
Depois disso tudo, fui pra casa feliz, cansada, e a pé. Com a certeza de que eu posso estar ficando velha, mas ainda dá pra aproveitar muita coisa.


* É um absurdo o que se cobra pelos ingressos hoje. Quando eu era estagiária e vivia de mesada, eu sempre tinha dinheiro pra ir nos shows, e hoje ta foda!
** Sim, apesar do último post, eu gosto mesmo é de rock.
*** É, eu tô ficando velha...
**** Meus pés é que sabem. Se continuar nesse ritmo, nunca mais eu volto pra aula de acrobacia...
***** Já ta ficando chato esse negócio de asterisco, mas eu tenho que comentar: no meu tempo*** eram isqueiros. E eu acho que era mais bonitinho, porque ficava uma luz flamejante, sabe...

Postado por , em 00:43

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Sexta-feira, Dezembro 02, 2005

Glamourosa, rainha do funk
Poderosa, olhar de diamante


Meus pés estão doloridos, e os neurônios ainda estão no ritmo do batidão. Como é bom quebrar tudo! E a quantidade de homem bonito? Virgem Maria! Por 2 kg de alimento não perecível eu não esperava tanto!
Melhor ainda por estar acompanhada de amigas tão enlouquecidas quanto eu. Fazia tempo que eu não me divertia tanto, ainda mais num dia de semana. Senti minha velhice indo embora, ao som do Rap da Felicidade.
E antes que alguém diga que eu sou uma Patricinha que só descobriu o funk agora porque tá na moda, eu aviso: sempre gostei de dançar, e adoro a batida do funk, mas não a ponto de me aventurar num baile de ¿comunidade¿. Favela só a trabalho, obrigada. E agora que a classe média resolveu entrar na onda, vou nessa, e quem quiser que me acompanhe.

Postado por , em 19:04

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Quinta-feira, Dezembro 01, 2005

Pra bom entendedor...

Eu não entendo porque as pessoas não dizem o que querem dizer, com todas as letras. Sei que tem o tal ditado aí de cima, e que muitas vezes me faço de desentendida (tá, às vezes eu sou lesada mesmo). Mas me irrita quando alguém joga um verde e se contenta em não colher o maduro...

Postado por , em 02:39

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